Técnicas de Transporte de Peixes Vivos
(Kubitza – 3a. Edição Revisada e Ampliada, 2011; 114p)
1. INTRODUÇÃO
2. ASPECTOS FISIOLÓGICOS DOS PEIXES DE IMPORTÂNCIA NO TRANSPORTE
2.1. Pecilotermia
2.2. Respiração
2.3. Excreção de amônia
2.4. Trânsito gastrointestinal
2.5. Osmorregulação nos peixes de água doce
2.6. Respostas fisiológicas e metabólicas ao estresse
3. FATORES QUE INFLUENCIAM NO TRANSPORTE
3.1. Temperatura da água
3.2. Tamanho dos peixes
3.3. Tempo de transporte
3.4. Jejum e condicionamento dos peixes antes do transporte
3.5. Qualidade da água usada no transporte
3.5.1. Poder tampão, pH e gás carbônico na água de transporte
3.5.2. Águas subterrâneas
3.5.3. Águas superficiais
3.5.4. Água tratada e encanada (rede municipal)
3.6. Espécie de peixe
3.7. Uso de anestésicos
3.7.1. Doses de anestésicos usadas no manuseio e no transporte
3.7.2. Anestésicos para uso no transporte de peixes
3.7.2.1. Benzocaína (etilaminobenzoato)
3.7.2.2. Tricaína metano sulfonato (MS -222)
3.7.2.3. Sulfato de quinaldina (2-metil quinolina sulfato)
3.7.2.4. Óleo de cravo (eugenol e isoeugenol)
3.7.3. Considerações sobre o uso dos anestésicos no manejo e transporte de peixes
3.7.4. O efeito sedativo do gás carbônico
3.7.5. Redução da temperatura da água
3.8. Condições gerais do cultivo previamente ao transporte
3.9. Qualidade dos equipamentos usados
3.10. O ajuste na carga de peixes a ser transportada
4. CONDICIONADORES DA ÁGUA E PROFILÁTICOS USADOS NO TRANSPORTE
4.1. Sal comum (cloreto de sódio)
4.2. Gesso (sulfato de cálcio) e cloreto de cálcio
4.3. Cal hidratada e carbonato de sódio
4.4. Agentes antibacterianos, antifúngicos e parasiticidas
4.5. Anti-espumantes
4.6. Substâncias tamponantes
5. TANQUES ESPECIAIS PARA O TRANSPORTE DE PEIXES A GRANEL
5.1. Materiais para fabricação dos tanques
5.2. Isolamento térmico
5.3. Formato e tamanho dos tanques
5.4. Equipamentos auxiliares
6. PLANEJAMENTO DA OPERAÇÃO E CONDUÇÃO DO TRANSPORTE DE PEIXES EM TANQUES
6.1. Checagem dos equipamentos
6.2. Carregamento dos peixes
6.3. Condução do transporte e ajustes nos níveis de oxigênio
6.4. Aclimatação dos peixes
7. PREVISÃO DO USO DE OXIGÊNIO DURANTE O TRANSPORTE
8. TRANSPORTE DE PEIXES EM SACOS PLÁSTICOS
8.1. As embalagens usadas no transporte
8.2. Cargas de peixes em sacos plásticos
8.3. Estimativa do volume de oxigênio necessário nas embalagens
8.4. Escurecimento e isolamento térmico das embalagens
8.5. Recebimento e aclimatação dos peixes
9. BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA
Solicite mais informações, fale com a gente:
> Contato /// 11 4587-2496 /// > email






