Tilápia: tecnologia e planejamento na produção comercial
(Kubitza – 2a. Edição Revisada e Ampliada, 2011; 316p)
1. Aquicultura de tilápias no mundo e no Brasil
1.1. Produção mundial e principais países produtores de tilápia
1.2. A aqüicultura de tilápias no Brasil
1.2.1. A evolução da criação de tilápias no Brasil
1.2.2. O oeste paranaense e o marco da tilapicultura comercial no Brasil
1.2.3. Os principais estados produtores de tilápia
1.2.4. O Potencial no Brasil
2. Espécies, linhagens e híbridos de tilápia
2.1. A tilápia–do-Nilo (Oreochromis niloticus)
2.2. A tilápia azul (Oreochromis aureus)
2.3. A tilápia de Moçambique (Oreochromis mossambicus)
2.4. Tilápia de Zanzibar (Oreochromis urolepis hornorum)
2.5. Tilápias vermelhas híbridas
2.5.1. Tilápia–do-Nilo vermelha
2.5.2. Tilápia Vermelha da Flórida
2.5.3. Tilápia Vermelha de Taiwan
2.5.4. Tilápia Vermelha das Filipinas
3. Qualidade da água na produção de tilápias
3.1. Temperatura
3.2. Oxigênio dissolvido (OD)
3.3. pH (concentração hidrogeniônica)
3.4. Amônia tóxica (NH3)
3.5. Nitrito (NO2-)
3.6. Salinidade
4. Sistemas de produção de tilápias
4.1. Capacidade de suporte e o conceito de biomassa econômica
4.2. A produção em fases e o uso eficiente do espaço
4.3. Produção de tilápias em viveiros adubados
4.4. Produção de tilápias em viveiros adubados e com alimento suplementar
4.5. Viveiros com baixa renovação de água e ração extrusada completa
4.6. Aeração de viveiros e produção de tilápias
4.7. Viveiros com renovação de água e aeração
4.8. Produção de tilápias em raceways
4.9. Sistemas de recirculação
4.10. Produção de tilápias em tanque-rede
5. Adubação de viveiros para a produção de tilápia
5.1. O benefício do plâncton e da adubação na produção de tilápias
5.2. Os nutrientes limitantes à produção primária em ambientes aquáticos
5.2.1. Carbono
5.2.2. Nitrogênio
5.2.3. Fósforo
5.3. Fertilizantes inorgânicos
5.4. Adubos orgânicos
5.5. Estratégias de aplicação de adubos
5.5.1. Doses recomendadas e frequência de adubação
5.5.2. Recomendações para a aplicação de adubos orgânicos
5.5.3. Recomendações para a aplicação de fertilizantes inorgânicos
5.6. Outros fatores que afetam o sucesso dos programas de adubação
5.7. Resultados obtidos com o uso de adubos orgânicos na produção de tilápias
5.7.1. Cama de frango
5.7.2. Outros estercos combinados ou não com fertilizantes inorgânicos
6. Plano de produção de tilápias
6.1. Planejamento da produção de tilápias em viveiros
6.2. Planejamento da produção de tilápias em tanque-rede
7. Nutrição e alimentação de tilápias
7.1. Exigências nutricionais das tilápias
7.1.1. Proteína e aminoácidos essenciais
7.1.2. Energia
7.1.3. Ácidos graxos essenciais
7.1.4. Minerais e vitaminas
7.1.5. A importância do alimento natural na nutrição das tilápias
7.2. Subsídios à formulação de rações para tilápias
7.2.1. Restrições quanto ao uso de alguns ingredientes em rações para tilápias
7.2.2. Programa nutricional e alimentar
7.3. Nutrição e manejo alimentar durante a reversão sexual de tilápias
7.4. Nutrição e manejo alimentar na recria e engorda de tilápias
7.4.1. Recria (3 a 100g) em viveiros com plâncton
7.4.2. Recria (3 a 100g) em tanques-rede e raceways
7.4.3. Engorda (100 a 800 g) em viveiros com plâncton
7.4.4. Engorda (100 a 800 g) em tanques-rede e raceways
7.4.5. Algumas tabelas de alimentação para tilápias
7.5. Nutrição e manejo alimentar dos reprodutores de tilápias
7.6. Conversão alimentar (CA) de tilápias
8. Reprodução e estratégias de produção de pós-larvas de tilápia
8.1. Sexagem dos reprodutores
8.2. Fatores que determinam a eficiência reprodutiva das tilápias
8.2.1. Temperatura da água
8.2.2. Condição nutricional dos reprodutores
8.2.3. Densidade de estocagem, razão sexual e interações sociais entre os reprodutores
8.2.4. Estratégia de coleta de ovos e pós-larvas
8.2.4.1. Coleta parcial e contínua de cardumes de pós-larvas
8.2.4.2. Coleta total de pós-larvas em tanques ou viveiros
8.2.4.3. Coleta total de pós-larvas em hapas
8.2.4.4. Coleta total de ovos e pós-larvas recém nascidas diretamente da boca das fêmeas
8.2.5. Outros fatores que afetam a quantidade de pós-larvas produzidas
8.3. Formação do plantel de reprodutores
8.3.1. Endogamia e número efetivo de reprodutores (Ne)
8.4. Quantidade de reprodutores necessária
8.5. É necessário realizar o rodízio (descanso) de reprodutores?
8.6. Manejo nutricional e alimentar na reprodução de tilápias
9. Reversão sexual e outras técnicas para a obtenção de populações monosexo de tilápias
9.1. Reversão hormonal do sexo
9.1.1. Características das rações para pós-larvas e alevinos
9.1.2. Preparo e conservação das rações de reversão
9.1.3. Estratégias de reversão sexual
9.1.3.1. Tipos de hormônios, doses efetivas e tempo de administração
9.1.3.2. Estratégia de alimentação das pós-larvas na reversão
9.1.3.3. Classificação inicial das pós-larvas
9.1.3.4. Estimativa da quantidade de pós-larvas e alevinos
9.1.4. Unidades de cultivo usadas na reversão
9.1.4.1. Reversão sexual em tanques revestidos
9.1.4.2. Reversão sexual em hapas e tanques-rede
9.1.4.3. Reversão sexual com as pós-larvas soltas nos viveiros
9.1.5. Manejo da alimentação das pós-larvas e alevinos
9.1.6. Classificação dos alevinos ao longo da reversão
9.1.7. O preparo dos alevinos para o transporte (tratamento preventivo,classificação e depuração)
9.1.8. Desempenho esperado na reversão sexual
9.1.9. Avaliando a eficácia da reversão sexual
9.1.10. Questões mais comuns quanto à reversão sexual de tilápias
9.2. Estratégias para a obtenção de lotes masculinos de tilápia sem o uso de hormônios
9.2.1. Sexagem manual
9.2.2. Gradagem (classificação) de alevinos e juvenis
9.2.3. Produção de híbridos interespecíficos
9.2.4. Produção do super-macho (YY)
9.2.5. Manipulação da temperatura na incubação de ovos e na fase inicial de desenvolvimento das larvas e pós-larvas
10. Principais enfermidades na criação de tilápias
10.1. Fatores que favorecem a ocorrência de doenças na criação de tilápias
10.1.1. Temperatura e ocorrência de doenças em tilápia
10.1.2. Salinidade excessiva e lesões em tilápia
10.1.3. Estocagem excessiva- maior contato peixe a peixe e não observação da capacidade segura de produção
10.1.4. Exceder a capacidade segura de produção
10.2. Produtos terapêuticos e profiláticos usados no controle de parasitoses e doenças em peixes
10.3. Principais parasitos das tilápias
10.3.1. Protozoários
10.3.1.1. Ichthyophthirius multifiliis
10.3.1.2. Chilodonella
10.3.1.3. Tricodinídios (Trichodina e Tripartiella)
10.3.1.4. Epistylis, Ambiphrya e Apiosoma
10.3.1.5. Ichthyobodo (ou Costia)
10.3.1.6. Piscinoodinium e Amyloodinium
10.3.1.7. Esporozoários (Mixosporídios)
10.3.2. Trematodos monogenéticos
10.3.3. Crustáceos parasitos
10.3.3.1. Argulus sp e Dolops sp
10.3.3.2. Lernaea sp
10.3.3.3. Ergasilus sp
10.4. Doenças bacterianas em tilápias
10.4.1. Diagnóstico de doenças bacterianas nos peixes
10.4.2. Medidas preventivas contra bacterioses
10.4.3. O uso de antibióticos
10.4.4. Streptococcus sp.
10.4.5. Flavobacterium columnare
10.4.6. Septicemias causadas por Aeromonas e Pseudomonas
10.4.7. Edwardsiella
10.4.8. Outras bactérias potencialmente perigosas
10.5. Saprolegniose
10.6. Doenças virais em tilápias
11. Mercados, qualidade da carne e processamento de tilápias
11.1. Os principais mercados para a tilápia no Brasil
11.2. Características e composição do filé de tilápia
11.3. Inadequado sabor ou odor (“off-flavor”)
11.3.1. Ambiente e “off-flavor”
11.3.2. Importância econômica do “off-flavor”
11.3.3. Controle do “off-flavor”
11.3.3.1. Sistema de cultivo com múltiplas estocagens e despescas
11.3.3.2. Teste de sabor antes da colheita ou durante a depuração
11.3.3.3. Depuração em tanques com renovação de água
11.3.3.4. Estratégias de controle da floração de algas cianofíceas
11.3.4. Alguns equívocos sobre o “off-flavor”
11.4. Composição das rações, manejo alimentar e a qualidade da carne
11.4.1. Relação energia / proteína e deposição de gordura corporal
11.4.1.1. Taxa alimentar e deposição de gordura corporal
11.4.1.2. Qualidade da gordura depositada e a qualidade do filé
11.4.1.3. Coloração da pele e do filé
11.5. Manejo pré-processamento e qualidade do pescado
11.5.1. Alguns conceitos e alterações na carne de pescado após a morte
11.5.2. Estresse antes do abate
11.5.3. Efeito da temperatura corporal do peixe
11.5.4. Aplicação prática destes conceitos no manuseio e abate de tilápias
11.6. Etapas e procedimentos básicos no processamento de tilápias
11.6.1. O abate das tilápias
11.6.2. Tilápia eviscerada e em postas
11.6.3. Obtenção de filés sem pele
11.6.4. Aproveitamento dos subprodutos e resíduos do processamento de pescado
11.6.4.1. Produção de farinha de pescado
11.6.4.2. Silagem de peixe
11.6.4.3. Polpa de pescado (CMS – carne mecanicamente separada)
11.6.4.4. Uso dos resíduos frescos no preparo de rações comerciais e caseiras
12. Bibliografia Recomendada Para Consulta
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