Qualidade da Água no Cultivo de Peixes e Camarões (Kubitza - 1a. Edição - 2003; 229p. ilustradas) 1. Introdução 2. Aspectos fisiológicos dos peixes e camarões de importância à produção 2.1. Pecilotermia 2.2. Respiração 2.3. Excreção fecal 2.4. Excreção nitrogenada 3. O uso da água na piscicultura 3.1. Sistemas com água parada ou baixa renovação 3.2. Sistemas com renovação de água 3.3. Sistemas dealto fluxo (raceways) 3.4. Sistemas de recirculação de água 4. Fontes de água para o cultivo de peixes e camarões 4.1. Águas superficiais 4.2. Águas subterrâneas 5. Indicadores de qualidade da fonte de água paa aqüicultura 5.1. Presença de vida 5.2. Oxigênio dissolvido e temperatura 5.3. Salinidade 5.4. Concentração hidrogeniônica da água (pH) 5.5. Alcalinidade total 5.6. Dureza total 5.7. Gás carbônico (CO2) 5.8. Amônia e nitrito 5.9. Transparência da água e o uso do disco de Secchi 6. O metabolismo do fitoplâncton 6.1. Fotossíntese e respiração 6.2. Importância do fitoplâncton na produção de peixes e camarões 6.2. Morte súbita do fitoplâncton 7. Componentes e funcionamento do sistema tampão da água 7.1. O funcionamento do sistema tampão bicarbonato-carbonato 7.2. Outras funções do sistema tampão 8. Monitoramento da qualidade da água 8.1. Perfil de qualidade da água de abastecimento 8.2. Oxigênio dissolvido e temperatura 8.3. pH e amônia 8.4. Alcalinidade e dureza total 8.5. Gás carbônico 8.6. Nitrito 8.7. Gás sulfídrico 9. Correção da qualidade da água 9.1. Calagem 9.1.1. Materiais para calagem 9.1.2. Doses de calcário 9.1.3. Aplicação do calcário 9.2. Trocas de água 9.3. Controle do fitoplâncton e das oscilações no oxigênio dissolvido 9.3.1. O estabelecimento de populações de algas ais adequadas 9.3.2. O controle do fitoplâncton através da renovação de água 9.3.3. O uso de algicidas 9.3.4. O controle biológico do fitoplâncton 9.4. Redução da turbidez mineral 9.5. Redução do potencial tóxico da amônia e do nitrito 9.6. Redução dos níveis de gás carbônico 10. Origem e reciclagem dos resíduos orgânicos e metabólicos 10.1. Excreção dos peixes 10.2. Sobras de alimentos e fertilizantes orgânicos 11. Adubação de viveiros 11.1. Nutrientes limitantes à produção primária nos ambientes aquáticos 11.1.1. Fósforo 11.1.2. Nitrogênio 11.1.3. Carbono 11.2. A distribuição do fósforo nos viveiros 11.3. Fertilizantes inorgânicos 11.4. Fertilizantes orgânicos 11.5. Programas de adubação 11.6. Estabelecendo e controlando um programa de adubação 11.7. Fatores que afetam o sucesso dos programas de adubação 12. Qualidade do alimento e qualidade da água 12.1. Potencial poluente dos alimentos 12.2. Níveis de alimentação e qualidade da água 12.3. Evolução da qualidade da água ao longo do cultivo 13. A dinâmica do oxigênio dissolvido 13.1. Solubilidade do oxigênio na água 13.2. Consumo de oxigênio pelos peixes 13.3. Flutuações diuturnas do oxigênio dissolvido na água dos viveiros 13.4. Taxa de alimentação e oxigênio dissolvido 13.5. Previsão da ocorrência de níveis críticos de oxigênio 14. Aeração de tanques e viveiros 14.1. Estratégias de aeração 14.1.1. Aeração de emergência 14.1.2. Aeração suplementar 14.1.3. Aeração contínua 14.1.4. Circulação de água 14.1.5. Quando os aeradores são geralmente utilizados? 14.1.6. Outras finalidades do uso de aeradores 14.2. Tipos de aeradores 14.2.1. Aeradores de pás elétricos 14.2.2. Propulsores-aspiradores 14.2.3. Bombas verticais ou aeradores de hélices 14.2.4. Bombas aspersoras ou bombas de água 14.2.5. Ar difuso 14.2.6. Aeradores acoplados à TDP de tratores 14.3. Posicionamento dos aeradores 14.4. Potência do sistema de aeração 14.5. Número de aeradores necessários 15. Manejo do solo do fundo dos viveiros 15.1. Importância da aeração e circulação de água 15.2. Potencial redox 15.3. Drenagem e exposição do fundo dos viveiros 16. Qualidade da água em sistemas de alto fluxo 16.1. Oxigênio dissolvido 16.2. Amônia 16.3. Capacidade de suporte em sistemas de alto fluxo Bibliografia para consulta |