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Reprodução,
Larvicultura e Produção de Alevinos de Peixes Nativos
(Kubitza - 1a. Edição 2004; 82p)
PARTE 1 - INDUÇÃO HORMONAL DA DESOVA
1.
Manutenção
dos reprodutores
1.1.
Manutenção de adequada qualidade da água
1.2. Manejo nutricional e alimentar
2. Fisiologia
da reprodução aplicada à indução
hormonal da desova
2.1.
Estímulos ambientais e mecanismos hormonais ligados à reprodução
2.2. O hipotálamo, os hormônios liberadores de gonadotropina
e o estresse
2.3. O GnRH estimula a liberação de gonadotropina pela
hipófise
2.4. O extrato de hipófise contém gonadotropinas
2.5. A dopamina inibe a liberação de gonadotropinas
3. Seleção dos reprodutores para a indução
hormonal da desova
3.1.
Fêmeas
3.2. Machos
4. Tipos
de hormônios
e doses
4.1.
Hormônios sintéticos
5. Desova induzida
5.1.
Aplicação dos hormônios
5.2. O conceito de hora-grau
5.3. Desova natural
5.4. Extrusão dos gametas e fecundação artificial
PARTE 2 -
INCUBAÇÃO
DOS OVOS
6. Cuidados
na incubação
dos ovos
6.1.
Desenvolvimento embrionário
6.2. Estimativa do número de ovos fecundados e de larvas
6.3. Atenção para a qualidade do ambiente na incubação
6.4. Mantendo a higiene nas incubadoras
6.5. Alimentar ou não as pós-larvas nas incubadoras
6.5.1. Alimentos naturais (organismos vivos)
6.5.2. Dietas preparadas
PARTE 3 - FUNDAMENTOS DA LARVICULTURA DOS PEIXES NATIVOS
7. Definição de larva, pós-larva
e alevino
8. O alimento
natural e o desenvolvimento do trato digestivo das pós-larvas
9. Tolerância ambiental das pós-larvas
10. O preparo
dos viveiros para a estocagem das pós-larvas
10.1.
Adubação dos viveiros
10.1.1. Adubação inicial
10.1.1. Adubações complementares
10.2. Ajustes na adubação
11. Transferência e estocagem das pós-larvas
12. Início da alimentação com ração
13. Monitoramento
da qualidade da água
PARTE 4 -
ESTRATÉGIAS PARA MELHORAR A RESISTÊNCIA
DOS ALEVINOS AO MANUSEIO E TRANSPORTE
14. Fatores
que reduzem a resistência dos alevinos
15. Avaliação da condição e resistência
dos alevinos antes do transporte
16. Estratégias
para minimizar as perdas associadas ao estresse
16.1.
Monitoramento contínuo da qualidade da água
16.2. Minimizando as injúrias durante a despesca
16.3. Provimento de adequada nutrição
16.4. Uso de ração fortificada e/ou medicadas antes da
despesca
16.5. Tratamento profilático antes e após a despesca
16.6. Jejum adequado previamente ao transporte
16.7. O uso do sal na água de transporte
16.8. O abaixamento da temperatura com o gelo
16.9. O uso de anestésicos
16.10. Os cuidados no pós-transporte e adaptação
dos alevinos
BIBLIOGRAFIA RECOMENDADA
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